23out
2012

Dê prioridade ao que realmente é importante na vida!

Publicado por

Há pessoas que são capazes de encontrar dez razões para não fazer algo, mas têm muita dificuldade de encontrar uma única razão para fazê-lo.


Esta é talvez uma das experiências mais comuns nos diversos ambientes que frequentamos. O texto abaixo tem a missão de ajudar as pessoas a identificar o que realmente é importante e priorizar o que é relevante! Importante e Relevante é tudo aquilo que se perpetua e/ou muda o “status quo”.

Dê prioridade ao que realmente é importante na vida!

Uma pessoa resolve comemorar o décimo ano de vida do seu filho com uma festa numa chácara, para que as crianças tenham mais espaço para se divertirem. Convida amigos e parentes e solicita confirmação de presença. Recebe algumas respostas justificando a não presença:

– Tenho de terminar um relatório neste final de semana e não posso sair.

– Já havia assumido outro compromisso.

– Meu filho não está muito bem e o médico recomendou repouso.

– Vamos receber visitas aqui em casa.

De fato, não é difícil encontrar diversas razões, até muito válidas, para não comparecer, para não aceitar o convite. Já, encontrar motivos ou pelo menos um motivo para aceitar o convite parece bem mais difícil para um grande número de pessoas.

– Meu amigo ficará contente com a nossa presença.

– É uma boa oportunidade para estreitarmos a nossa amizade e promovermos a aproximação dos nossos filhos.

– Vou ter prazer em rever o anfitrião e os outros convidados. Faz tempo que não encontro muitos deles.

prioridade

No trabalho, pergunta-se a um profissional se ele já concluiu um determinado trabalho. Não é difícil encontrar justificativas para a falta.

– Tive outros problemas mais urgentes.

– A pessoa que deveria fazer isso faltou ao trabalho.

– O famoso “deu pane no computador”.

Novamente, faltou priorizar pelo menos um motivo para fazer:

– Meu colega precisa muito disto. Não posso gerar problema para ele.

– É minha responsabilidade entregar no prazo.

– É política da empresa e precisa ser cumprida.

Claro que em ambos os cenários os motivos da negativa podem ser válidos. Entretanto, o que se questiona é que em muitos casos pode não haver a devida pesagem de negativos e positivos para se chegar a uma decisão correta sobre o que fazer.

 

Quando falo nisso, lembro-me de uma história que meu pai gostava de contar desde os meus tempos de criança.

“Havia um rei que tinha muitos amigos e o seu castelo estava sempre cheio de visitantes durante as festas, cerimônias e eventos que ele promovia. Certo dia faleceu a esposa do rei e todos os seus amigos compareceram ao funeral. Passado um tempo, faleceu o cavalo do rei e, novamente, todos os amigos compareceram para consolar o rei. Passado mais algum tempo, faleceu o próprio rei e quase ninguém compareceu ao seu funeral.”

Por que a diferença?
É, simplesmente, uma questão de existirem ou não motivos para comparecer. É uma questão de motivação. Nos dois primeiros casos, o motivo da presença era agradar o rei. Quando o próprio rei faleceu, faltaram motivos para comparecer, tais como:

– Fazer a última homenagem.

– Despedir-se do amigo.

– Cumprir uma obrigação moral, sentimental ou ética.

#ficadica

Espero que esse texto ajude aos leitores do Blog na vida pessoal e profissional. Aproveito, mais uma vez, para agradecer ao meu querido coach Adib Fadel (contato: adibfadel@uol.com.br)